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domingo, 7 de julho de 2013

Semana 7- Vídeo-aula 28: O professor não pode estar só. O espaço interdisciplinar e com a comunidade.

Nesta última vídeo aula a discussão se dá sobre as parcerias!

O professor não deve estar só! E como foi possível verificar no último post, há muitos atores que fazem parte do processo de inclusão!


No vídeo do Mec acima tem bons relatos sobre a Educação Especial! Aqui tem o relato de muitos sonhos!!!

Que possamos garantir o direito da nossa Constituição: "(...) igualdade de condições e permanência na escola; direito de todos

Quem pode e deve ajudar?

Equipe escolar – Garantindo uma escola organizada, busca de suportes, parecerias, convenios, fazer encaminhamentos e solicitar serviços
Serviços de saúde e social

Equipe interdisciplinar/multidisciplinar - Discussão com os diversos profissionais, ampliação das perspectivas e possibilidades, diferentes maneiras de compreender o aluno com necessidade educativa especial, rever e compreender o papel do professor com os seus limites e possibilidades.

Para mais informações sobre a inclusão: http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/

Semana 7- Vídeo-aula 27 : O professor não pode estar só: Parcerias dentro da escola.



Nesta vídeo aula a professora Cláudia Yazlle traz os vários atores que se fazem presentes no processo complexo  de inclusão:


Família – Que tem necessidade de aceitação. Busca não só a inclusão social, mas o conhecimento.

Demais famílias – Ficam com receio. Se questionam: Meu filho será agredido? Meu filho vai perder alguma coisa?
Pode –se ter também a valorização da experiência, a convivência e a aprendizagem que a inclusão pode proporcionar.

Professor - Nunca se sente preparado. Se questiona: Como garantir a aprendizagem? O que é importante a criança aprender? Como lidar com as diferenças? Disciplina e as regras será a mesma para todos? 

Criança - Ouvir atentamente a criança e identificar suas necessidades e potencialidades.

Demais crianças - Curiosidade e interesse – Respeito pela diferença. Entendem as diferenças com mais facilidade do que os adultos.

Escola - Colocar a inclusão na pauta da escola. Trazer reflexão, planejamento, sanar dúvidas e proporcionar perguntas sobre o tema. Estabelecer parcerias...

Profissionais da saúde - Trazê-los para a escola.
Trazem uma visão clínica e individual, que pode ajudar o professor a conhecer melhor a criança e a pensar em estratégias.

Cada um tem uma grande importância dentro desse processo!

Semana 6 - Vídeo-aula 24: Modelos de ensino: Das concepções docentes às práticas pedagógicas.

A professora Cláudia Yazlle traz aos modelos de ensino, afirmando que:


Antes - Modelo centrado no trabalho do professor, em seu planejamento, com uma função disciplinadora que era valorizada - Professor especialista!

Hoje-  Outros valores estão em pauta: Pensar mais a aprendizagem e não só o ensino, pois se sabe que cada um aprende de um jeito. valorização da integração curricular, do trabalho em grupo e conhecimento amplo do professor, a valorização do trabalho coletivo, como lida com a diversidade (inclusão).

A escola está com uma função mais ampla. A necessidade de leitura de mundo maior! Compreende a questão das regras, da convivência, da alimentação... Os cuidados passam a ser valorizados, sem estarem dissociados do aprender!

Mas também por conta da ampliação de atuação da educação, há uma falta de clareza sobre o que devemos ensinar aos alunos.

Na questão da complexidade escolar, uma das questões em pauta é a INCLUSÃO! Que deve lidar e articular as diferenças sociais, econômicas, culturais e individuais.

Com relação a isso, há diversas perspectivas que devem ser levadas em consideração...

  • Família e demais famílias
  • Professor
  • Criança e demais crianças
  • Escola
  • Profissionais da saúde

Na próxima aula detalho mais cada item desse!


Semana 6 - Vídeo-aula 23: A educação de pessoas com necessidades especiais é de fato ineficaz?

O desenvolvimento é algo muito complexo e alguns professores esperam que todos alunos entendam da mesma maneira. 

A aprendizagem não é algo linear e regular. Por isso, é preciso investir na criança!


Para as crianças com necessidades educativas especiais há vários tipos de instrumentos que podem auxiliar no processo de aprendizagem:

* Cegos ou baixa visão:
Braille

Ampliadores visuais 


* Surdos ou com baixa audição
Aparelhos auditivos

Linguagem de sinais
 

* Deficientes físicos
Cadeira de rodas
Computadores adaptados

Entre outros instrumentos... Estes são elementos que viabilizam a participação na aula, possibilitando o acesso e a ascensão escolar.

Para os deficientes intelectuais não se trata de uma linguagem alternativa ou de uma adaptação de física.
Então fica a pergunta:
É possível entender alguma coisa?

Como não é possível PREVER o futuro do desenvolvimento é preciso INVESTIMENTO!

Plasticidade cerebral:
O cérebro tem uma grande capacidade adaptativa...
Como o exemplo que a professora Kátia Amorim traz, do livro de Oliver Sacks, Vendo vozes.

Sinopse do livro:
"O que é necessário [...] para nos tornarmos seres humanos completos? O que denominamos nossa humanidade dependerá parcialmente da linguagem? O que acontece conosco se não aprendermos língua alguma? A linguagem desenvolve-se de um modo espontâneo e natural ou requer contato com outros seres humanos?"
Numa fascinante incursão pelo universo dos surdos, Oliver Sacks procura responder a questões como essas. Sua preocupação não é simplesmente apresentar ao leitor a condição daqueles que não conseguem ouvir. Acompanhando a história, os dramas e as lutas dessas pessoas, o leitor será levado a olhar para o seu próprio cotidiano de um modo inteiramente novo. Será capaz de ouvir, nos sons da linguagem, um pequeno milagre que se repete cada vez que uma nova sentença é proferida.
Fonte: site

No cérebro de uma pessoa que não ouve, o lugar da linguagem pode se dar em outro local.

Esta plasticidade é maior em crianças do que em adultos, por isso, quanto mais cedo forem os investimentos, mais essa crianaç terá chances de s desenvolver melhor!

O diagnóstico traz as características específicas, possibilitando reconhecer as dificuldades e potencialidades.

A relação do professor com o aluno será determinante para o seu desenvolvimento!

sábado, 6 de julho de 2013

Semana 5 - Vídeo-aula 20: A complexidade no estudo dos processos desenvolvimentais humanos.

A complexidade humana.

Tão estranhos somos.
Como nos julgar?
Um dia herói,
no outro bandido.
Dia de fúria,
dia de calmaria.
Seja um demônio,
seja um anjo.
A bipolaridade humana.
Sou feio?
Sou bonito?
Um instante de choro,
num piscar vem o riso.
Do ódio ao amor.
Arrogantes, ambiciosos,
Simplórios, humildes.
Mudanças de comportamento.
Loucura, tormento.
Como nos julgar?
Somos vários em um.
Atitudes diversas.
Interesses próprios,
ou sejam interesses em comum.
A insegurança humana.
Agradar a si,
ou agradar ao próximo?
Ser você,
ou ser um fake?
A usura humana.

Retirado do site.
Esta vídeo traz pontos de reflexão sobre o desenvolvimento humano e sua complexidade, revelando que dependendo de sua concepção, professores podem não entender como de fato a pessoa pode se desenvolver, e por isso, não acreditam na sua potencialidade.
O desenvolvimento se dá dentro de um sistema de relações complexo, por isso, é preciso olhar para os diferentes contextos, as diferentes estruturas familiares, é preciso entender um conjunto mais amplo, que me inclui.
 

Todo desenvolvimento verdadeiramente humano significa o desenvolvimento conjunto 
das autonomias individuais, das participações comunitárias e do sentimento de 
pertencer a espécie humana.
(Edgar Morin)